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Felipão chegou!
Luís Felipe Scolari foi apresentado oficialmente no Palmeiras. Não entendi muito a escolha do Felipão, pois acredito que ele ainda tinha mercado na Europa e pros profissionais brasileiros, é de extrema importância que um treinador faça sucesso e abra portas importantes de trabalho. Com o retorno do Felipão, perdemos força no velho continente. O desafio no Palmeiras será enorme, porque falta um bom time pra se trabalhar e a torcida é super exigente. No momento ele disse não à seleção brasileira, mas acredito que será o técnico da Copa 2014. Existem indícios de que a CBF pode contratar um técnico por apenas 2 anos e a partir do terceiro ano, Felipão assumiria para preparar o time da Copa. O negócio é aguardar, afinal no momento, Felipão é só Palmeiras. Torço pelo sucesso do Scolari, que além de excelente profissional é um pessoal fantástica!
Escrito por Ricardo Aguiar às 12h01
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“Toda equipe é um Grupo, mas nem todo grupo é uma Equipe!”
Ouvimos muito falar em “trabalho de grupo”... “trabalho de equipe”... existe sim diferença entre Grupo e Equipe. No Grupo todos trabalham voltados para os mesmos objetivos e tem seus papéis e funções definidos. Porém os resultados ficam aquém do esperado. A realidade é que no Grupo, ninguém sabe direito o que o outro pensa porque as pessoas ou não se comunicam ou falam de forma política sem dizer o que realmente pensam. Às vezes alguns falam, mas de forma descontrolada e sem habilidade. É também cada um por si, ninguém toma a iniciativa de ajudar o outro. Aliás, existem muitas divergências relacionadas a problemas do trabalho e também diferenças de valores pessoais. Em alguns casos essas divergências e problemas de relacionamentos são manifestados, em outras são mascaradas por razões políticas. Há muito fingimento, faz-se de conta que está tudo bem. Os líderes para se diferenciarem e se afirmarem, procuram manter distância, aparecem somente para dar ordens. Ninguém tem a liberdade nem o clima para dizer o que pensa dos colegas e muito menos dos chefes. Já os chefes falam, às vezes, de forma muito franca e rude, e ninguém nesse ambiente toma a iniciativa para saber como é visto. Pelo contrário, todos são muito defensivos e tendem a sentir o Feedback (é o processo de fornecer dados a uma pessoa ou grupo ajudando-o a melhorar seu desempenho no sentido de atingir seus objetivos) como um ataque. Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. O respeito e os benefícios psicológicos que os membros encontram, em geral, produzem resultados de aceitáveis a bons. No entanto esse grupo não é uma equipe. Na Equipe as coisas são um tanto diferentes. Além de ter os seus membros voltados para os mesmos objetivos com papéis e funções bem definidas, possui uma série de fatores positivos que a distinguem do grupo e garantem a obtenção de excelentes resultados com muita sinergia e criatividade. Na Equipe existe uma transparência muito grande entre todos. Ninguém esconde o jogo. Cada um sabe o que o outro pensa e sente sobre os assuntos do trabalho, mas tudo de forma muito construtiva! Além disso, o nível de mútua colaboração é ótimo, trabalham realmente em um time. Cada um pode contar com o outro que espontaneamente e prazerosamente se dispõe a dar o apoio e ajuda quando necessário. Nesse ambiente tão bom não quer dizer que não existam conflitos, eles fazem parte do relacionamento humano e se tornam até fator de crescimento se forem trabalhados através do debate conduzido da maneira certa e na hora certa. É isso que acontece na Equipe; as lideranças não são distantes, atuam próximas e em conjunto com todos os seus membros que participam ativamente numa rica interação entre todos, favorecendo assim a criatividade e aumentando o comprometimento mútuo. Os líderes são suficientemente seguros para não se sentirem ameaçados pelas idéias de valor que venham de baixo. Ninguém pretende sobressair-se isoladamente. Os resultados é que se destacam como em um bom time de futebol, a equipe toda vibra com o gol do colega porque o time todo sai ganhando. Em função de tudo isso, existe a prática constante do Feedback que é dado de forma transparente, e sobretudo construtiva, com a receptividade de todos. Líderes e liderados dão e recebem Feedback. A comunicação entre todos é ótima e o que é básico, as pessoas se constituem no valor mais importante. Elas se conhecem e se sentem mais profundamente, havendo então muita empatia. Isso aumenta a compreensão mútua e evita os preconceitos e julgamentos superficiais indevidos, assim fica evidente que na equipe, a partir da ótima interação existente, a criatividade, a qualidade e a produtividade são grandes e todos lucram: a “empresa” tem muito mais resultados e os seus membros são muito mais felizes e tem muito mais qualidade de vida no trabalho, o lugar onde se passa a maior parte do tempo acordado. Trabalhar efetivamente em Equipe compensa para os dois lados: “empresa” e funcionários. Somente alguém não deve gostar porque sai perdendo com isso: o concorrente! Equipe é um grupo que compreende seus objetivos e está engajado em alcançá-los de forma compartilhada. A comunicação entre os membros é verdadeira e as opiniões diferentes são estimuladas. Em uma Equipe: - Assumem-se riscos - A Equipe investe constantemente em seu próprio crescimento; - O grupo transforma-se em Equipe quando passa a prestar atenção à sua própria forma de operar e procura resolver os problemas que afetam o seu funcionamento; - A formação da Equipe deve considerar as competências individuais necessárias para o desenvolvimento das atividades e o alcance das metas. O respeito aos princípios da Equipe, a interação entre seus membros e especialmente o reconhecimento da interdependência entre seus membros no alcance dos resultados da Equipe, deve favorecer ainda os resultados das outras equipes e da organização como um todo. É isso que torna o trabalho desse grupo um verdadeiro trabalho em Equipe!
Escrito por Ricardo Aguiar às 13h48
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Futebol show...ou futebol campeão?
O futebol é interessante porque exige uma constante análise da melhor estratégia de jogo, abrindo um amplo leque de discussão sobre o assunto; “o ataque é a melhor defesa”? Essa discussão não terá fim, entre os radicais do sistema defensivo e do sistema ofensivo. O equilíbrio dos setores (defesa, meio de campo e ataque), é primordial, assim como o espírito de equipe é imprescindível para o sucesso ou o fracasso. A final da Champions League 2010 será disputada entre duas equipes “medianas”, dentro do contexto técnico-tático do futebol europeu, mas que deixaram para trás, outras equipes “brilhantes”, como Chelsea, Manchester United, Real Madrid e o Barcelona, “referência mundial do que é jogar ofensivamente”. Por outro lado, o exímio exemplar do jogo defensivo, a Internazionale de Milão, vai confirmando a tese do “futebol de resultados”; Pentacampeã italiana e muito próxima de se tornar a melhor equipe da Europa! O engraçado é que o mesmo encantamento que temos ao ver o ataque do Barcelona e do Santos, por exemplo, sentimos ao ver a defesa da Internazionale nas partidas contra os poderosos Chelsea e Barcelona. O goleiro Júlio César e o zagueiro Lúcio, são as ilustres figuras de uma equipe campeã! Eu particularmente sou um defensor de que a montagem de uma equipe vencedora, começa pela montagem de um sistema defensivo forte. Show é bacana, mas se o título ao vier... O Marcelo Lippi, técnico da Itália foi muito feliz no comentário que fez sobre a seleção brasileira, ao lembrar que quando se o Brasil se preocupou em apenas atacar, não conquistou títulos. Mas a partir do momento em que o Dunga assumiu e deu esse “toque Europeu”, a nossa seleção se tornou a mais vitoriosa do futebol mundial. Para coroar isso, falta apenas a Copa do Mundo! Mas e se o Brasil perder a Copa? Tudo o que o Brasil conquistou até agora na “era Dunga”, será simplesmente jogado no esquecimento. Esse é o futebol... todos pedem espetáculo de gols... mas não admitem ficar sem título!
Escrito por Ricardo Aguiar às 13h14
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Futebol tem que ser pragmático
Acabo de chegar a essa conclusão, depois de ter ouvido tantas críticas ao “futebol moleque” do time do Santos FC. O clássico contra o Palmeiras, foi maravilhoso e ao final a vitória do Palmeiras (justíssima pelo domínio no 2º tempo e por ter aproveitado melhor as oportunidades), só não teve um brilho maior pelas palavras de algumas pessoas, como o camisa 7 palestrino, que preferiu atacar o futebol atrevido do Santos, à saborear a vitória de sua equipe. Ninguém gosta de perder, mas a derrota é algo compreensível. Apesar disso, é lamentável ver tantas críticas ao futebol dos santistas, que enchem os olhos de todos que amam o futebol arte. Porém o chororô e as acusações infundadas, evidenciam que o futebol pragmático, centrado apenas no resultado, que privilegia a forte marcação, os jogadores de grande vigor físico e pouca habilidade agrada muito mais e machuca muito menos esses críticos. O jovem time do Santos deu um novo sentido ao futebol, sacudiu as tradicionais estruturas conservacionistas que fizeram o futebol arte ser praticamente extinto. Esse time resgatou o romantismo do futebol, a plástica de um belo espetáculo, perdida a tanto tempo. Porém, após ouvir tanto blá blá blá contra o futebol moleque, a firula, a ousadia, enfim, os ingredientes que tornaram o futebol brasileiro numa marca mundial, desisti desse negócio de jogar bonito. O lance é dar bicão, chegar chegando...com 3 e até 4 volantes...uma linha de 4 defensores...quem sabe...enfim... Viva o pragmatismo!!!!
Escrito por Ricardo Aguiar às 14h26
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Que imprensa é essa?
Ouvindo alguns comentaristas desancarem o pau no Corinthians, após a derrota pra Ponte Preta, ñ deu pra me conter diante tanto radicalismo. Em pleno início de pré-temporada, de campeonato, uma derrota e já questionam o trabalho feito pelo Mano. Com todo respeito a ex-jogadores comentaristas, muita coisa mudou e cada vez mais o condicionamento físico é imprescindível no futebol mundial. É humanamente impossível iniciar o ano com todo mundo devidamente condicionado, bem como há uma grande diferença da recuperação física após cada partida, de atleta para atleta e de modalidade para modalidade (aprendi isso com preparadores físicos). Precisamos ter sim muita paciência, pq a oscilação é normal nesse período. Equies como o Corinthians, que terá competições acumuladas no mesmo período, ñ pode se arriscar a perder determinados atletas por exigir mais do que o corpo pode dar. O trabalho nesses clubes está dentro do lógico, do racional e do máximo profissionalismo. O rodízio é fundamental. Claro, se perguntarem, o atleta quer jogar todas, mas ñ pode. Lembro que o rodízio questionado hj após a derrota, foi cobrado qdo o Ronaldo se machucou uma partida antes do clássico contra o Palmeiras. Os mesmo críticos naquela ocasião acusarm o mano de ter errado eme scalar o Ronaldo! Vai entender?? Pelo que acompanho e pelo que acredito, tanto o trabalho e a postura do Corinthians, quanto das outras equipes que estão na Libertadores é acertada na opção de se ter um aumento gradativo da carga de esforço. O Muricy tem toda razão qdo critica esse tipo d eimprensa, que ao invés de ajudar, acaba atrapalhando. Bom, é só notar, o quanto a imprensa adora polemizar. Só da pra falar algo, qdo se vive dia a dia, qdo se conhece o grupo, qdo cercado por uma equipe técnica multidisciplinar se busca entender um pouso além das quatro linhas. Mas vida de técnico é assim mesmo; herói um dia, vilão no outro. __________________________________________________________________ Escrito por Ricardo Aguiar às 14h22
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