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Manchester United não troca de técnico há três décadas!!!!
Para se ter uma idéia do que isso representa, o Manchester, entrou em campo hoje em partida válida pelo Grupo F, na primeira rodada da UEFA Champions League, para enfrentar em casa, o Celtic (ESC), treinado há um ano por Gordon Strachan, jogador do Manchester, quando Ferguson ali chegou em 1986. No ano passado, o Manchester de Ferguson, foi surpreendentemente eliminado da Champions na fase de grupos, mas nem isso justificou a troca de treinador. O segredo para se manter motivado, segundo declarou Sir Alex recentemente, passa primeiramente pelo fato de se estar num grande clube, onde rotineiramente existem muitas expectativas. “Quando se vence é fácil se motivar”, explica, “mas para quem não ganha, é muito mais complicado ficar num clube durante muito tempo. Por isso penso que sou um homem de sorte por estar no Manchester United há 20 anos. É quase como estar em família, é algo que não se quer deixar. Já vivi muitos êxitos aqui. A história do clube e a exigência que daí advêm é tão grande que tenho de me manter motivado”, conluiu. Esse é mais um exemplo vivo do porque, os europeus estão “anos luz” a nossa frente quando o assunto é futebol! Ah, já ia me esquecendo; jogando em casa, o Manchester venceu o Celtic por Escrito por RICARDO AGUIAR às 19h27
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Tendência mostra que atacantes natos estão perdendo espaço
O foco principal dos debates gerou em torno da tendência de utilização de sistemas táticos que utilizam apenas 1 Atacante. Enquanto os críticos definiram essa tendência como “um passo negativo e a escassez de atacantes de alto nível técnico”, o francês Raymond Domenech, que levou a França à final do Mundial, contrariou esse argumento. Segundo o técnico vice-campeão do mundo, os atacantes foram muito importantes, especialmente pela contribuição na força coletiva das equipes e apesar de terem sido menos finalizadores, foram peças fundamentais na abertura de espaços no setor ofensivo para a penetração de jogadores vindos de trás. Finalistas da última Copa, Itália e França jogaram com apenas um Atacante, mas com três meias mais avançados capazes de levar os times para a frente. Escrito por RICARDO AGUIAR às 17h43
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RAIO-X O Chelsea de Mourinho
Na equipe britânica ele tem jogadores para os dois sistemas. Mourinho preza muito o trabalho na circulação de bola, buscando um jogo mais apoiado em triângulos, partindo do 4-4-2 variando, de acordo com a dinâmica do jogo, para o 4-1-2-1-2 ou 4-5-1, quando sua equipe precisa se defender. Escrito por RICARDO AGUIAR às 14h38
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“Fair play? Que que é isso?”
Temos o péssimo costume de querer levar vantagem em tudo. A inusitada situação vivida na partida entre Santacruzense e Atlético Sorocaba, no último domingo, Apenas para recordar, um gandula de nome Canhoto, marcou um gol a favor do Santacruzense validado pela árbitra Sílvia Regina de Oliveira, aos 44 minutos do segundo tempo. “Estava lá atrás do gol, peguei a bola, caminhei e toquei de lado, sutil. Comemorei quando ela (árbitra) saiu dando o gol”, comentou para a TV Record. No lance, após conclusão para fora de Samuel, a bola ficou próxima à rede e Canhoto a devolveu para o campo, chutando em direção ao gol antes que o goleiro cobrasse o tiro de meta para a equipe visitante. De costas para o lance, Sílvia Regina não notou o fato e validou o gol depois que viu o auxiliar Marco Antônio de Andrade Motta Júnior se dirigir ao meio-de-campo. A partida terminou E vejam ainda a cara de pau do cidadão que afirmou que o gol foi legal; “Falei para ela (Sílvia Regina) que tinha passado pelo buraco. Quem fez lambança foi a juíza”. E acreditem, esse cidadão trabalha numa escolinha de futebol na cidade. Hoje comentando o lance com um amigo, ele ainda me lembrou que na Europa aconteceu algo também inusitado, mas com um desfecho exemplar. Durante uma bola ao chão, o jogador deu um chutão para o campo do time adversário e a bola acabou entrando. O próprio jogador e seus companheiros trataram de se desculpar e na seqüência permitiram que o adversário, para não ficar no prejuízo, fizesse um gol já na saída de bola. Tomara que a “lei de Gérson”, nunca chegue à Europa!!! Escrito por RICARDO AGUIAR às 13h55
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Metodologia do treinamento italiano
Eu tenho baseado todos os meus conceitos, nessa metodologia de treinamento. - O treinamento baseia-se nos seguintes tipos de trabalho: - Treino tático de aproximação - Treino técnico (mini-campo) - Treino de marcação (mini-campo) - Treino de posse de bola (atacando) - Treino de marcação (sendo atacado) - Treino físico de resistência com bola - Treino de força com saltos (barreiras) - Treino de resistência e velocidade curta - Treino intercalado de velocidade com bola - Treino de posicionamento dos zagueiros - Treino de cobranças de faltas (bola parada) - Treino de finalização (sempre com triangulações) - Treino coletivo de 25 minutos (campo reduzido) Os treinamentos táticos baseiam-se no sistema 4-4-2 e os atletas são divididos em dois grupos para os trabalhos físicos. Esses treinos são repetidos durante toda a semana. A maior diferença nos treinamentos coletivos realizados pelos italianos está nas dimensões do campo, sempre reduzido, e na sua duração: no máximo 25 minutos. Escrito por RICARDO AGUIAR às 19h08
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O “milagre” da multiplicação...
Jogadores correndo dobrado, suando dobrado, se dedicando dobrado... Com dois jogadores a menos, o Corinthians pareceu melhor e por muito pouco não saiu de campo com a vitória.... Como disse o Leão; “no final das contas o São Paulo deu sorte de não perder o jogo”. Todo treinador gostaria de ver em todos os jogos a sua equipe jogando assim, com ração e com a entrega total dos jogadores em favor do clube. Escrito por RICARDO AGUIAR às 18h35
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Indisciplina é falta de respeito e não se justifica
O Juninho foi pra mim muito mais surpreendente, por que não é do temperamento natural do atleta tal atitude. Esse ato de indisciplina é preocupante, porque expões problemas internos que precisam de solução urgente, para que a coisa não desande. Sem dúvida nenhuma, nem um jogador é imprescindível para qualquer equipe, que lhe permita contestar e até se revoltar contra a atitude do comandante da equipe, no caso o treinador. Se ele está nessa posição, não é a toa e jogador que não tem espírito de grupo, serve apenas para criar problema (a história da laranja podre). Quem não gosta de ser substituído, pode montar um time pra jogar, aí lá adota a filosofia do “eu mais Outra atitude condenável, é a do Marcinho, que também andou contestando a decisão do treinador em deixa-lo no banco de reservas. Time que quer ter sucesso precisa ter um grupo sem vaidades, onde todos tenham a noção exata de que são importantes. Tudo bem que todo jogador quer jogar, mas se existe um técnico, compete a ele escalar a equipe e fazer as substituições necessárias, afinal quando a coisa não vai bem, a dele a primeira cabeça a rolar! Escrito por RICARDO AGUIAR às 18h28
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